E se hoje as palavras faltaram, é porque eu não pude escrever o que queria. Quando a voz falhou e o ar já não foi o suficiente para conter as lágrimas é porque eu não tinha mais papéis para rabiscar. Talvez o peso das marcas que eu carrego não tenham o mesmo peso que alguém possa imaginar, e eu não posso descrever, porque essa dor é minha e só minha. Já sem ter o que dizer, por saber que não defendo nem a mim mesma, eu já não escrevo o que quero e sim o que eu sinto.

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